sexta-feira, 30 de julho de 2010

Saudade

Saudade: Palavra única para exprimir
um sentimento dos lusófonos(*).

Saudade é quando o coração dói por
sentir a falta de algo ou de alguém,
que se faz presente apenas na memória.

Saudade não se reduz a uma simples
ausência, mas à uma ausência que se faz presente.

Saudade supera a nostalgia.

Saudade imprime no coração a lembrança.

Saudade lembra a distância.

Saudade é uma palavra tão profunda
que faltam verbetes para explicá-la.



(*) Lusófonos: Falantes da Língua Portuguesa


De um grande irmão em Cristo...
Autor: Luis Hernandes Matos Leite

quarta-feira, 21 de julho de 2010

AMAR?
Nos questionamos a todo tempo o que é isso, não se sabe o que nos leva a pensar sobre tal sentimento. É, pode-se descartar que as vezes precisamos pensar no que significa amar, mas o Amor que agente sente pode ser bom, como também pode se tornar tão cruel que vai nos matando interiormente. Não sei o que é amor, simplesmente sei que nada pode me levar a dizer o que amar? Tal sentimento está intrínseco nas atitudes amigáveis, que edificam a vida humana.
Amor também na amizade, não se explica, não se conceitua, apenas se vive.

domingo, 18 de julho de 2010

Alguém ...

Sou simplesmente alguém, que busca uma verdade que pode não existe ou não ser realmente alcançada,
simplesmente alguém que por muitas vezes pode se passar por fortemas isto ser apenas pura dramarturgia.
simplesmente alguém que por não ser corajoso, peleja por sentir menos medo das coisas que me cercam.
simplesmente alguém, que entende as por vezes o verdadeiro lugar de cada coisa mas não as coloca nos seus lugares
simplesmente alguém, que por não estar mas preparado para resolver seus problemas os entrega ao mundo dos sonhos para que os chefes desse mundo possam soluciona-los por mim algo que eu deveria faze-lo
Sou Simplesmente Alguém...

sábado, 17 de julho de 2010

Caminho...

Somos caminhantes, peregrinos em trânsito. Devemos, pois, sentir-nos insatisfeitos com o que somos, se quisermos chegar ao que aspiramos. Se nos agrada o que somos, deixamos de avançar. Se o crermos suficiente, não daremos um passo a mais.
Sigamos, pois, em marcha, indo para a frente, caminhando para a meta. Não tratemos de parar no caminho, ou de voltar a vista para trás, nem de desviar-nos da rota. Quem estaciona, não avança. Quem se apega ao passado, volta as costas para aquilo que está adiante. Quem se desvia, perde a esperança de chegar