"A vida as vezes é irônica".
nos submete a sentir certas coisas que nunca imaginavamos sentir, coloca-nos dentro de um bolha de dúvidas e somente nos dá uma maneira de estourar esta bolha, a fé.
Me falaram que "isso" move nossa vida, mas a fé que falo não é uma no transcedental, mas em nós mesmos em primeiro lugar. Quando acreditamos em nós percebemo-nos mais próximos a estourar a grande bolha de dúvidas que nos cercam.
Por submeter tantas pessoas a viver certos momento lástimáveis e abarrotados de impasse, a Vida também nos traz algo de bom, que é a capacidade de aprender. Daí se nota qual o motivo de termos que acreditar em nós mesmos, é como se enquanto vivemos numa Vida de desespero interpessoal não estivéssemos nos dando a oportunidade de aprender com tudo que estamos envoltos.
É pela fé que nós conseguimos perceber o quanto somos especiais, importantes o quanto temos um valor, antes mesmo que nós nascêssemos alguém já acreditava em nós e nos valorizava de tal modo a nos transmitir esse amor num elo incorruptível e eterno, percebemos o quanto somos importantes a medida em que fazemos falta a alguém quando a distância peleja em existir, percebemos que apesar de todos os nossos erros da vida a sempre um momento de restaurar aquilo que era de morto e constituir algo vivo ressuscitato, não por merecermos mas por termos direito a isso.
Mesmo na ironia, fonte de ensinamento da Vida, no desespero, que ela nos condiciona em viver, saibamos que em nenhum tempo poderemos "fazer perfeitamente aquilo que a vida nos exigi", seja no passado, o qual não podemos voltar, seja no presente o mesmo que estamos intensamente convivendo, ou no futuro que nós ainda nem sabemos como será, pois a Vida que pensamos nos pedir perfeição simplesmente se torna perfeita a medida em que a VIVEMOS.
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